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Prilux: 20 anos ao serviço da agricultura e do desenvolvimento do sector

Feitos em abril, será no final do ano que a empresa Prilux vai assinalar as suas duas décadas de existência. Sediada na freguesia de Ponte de Vagos, a Prilux nasceu da dádiva das empresas de José Prior aos seus herdeiros. Jorge Neto, Vítor Reverendo e Jorge Prior são os três sócios-gerentes desta empresa que comercializa todos os componentes para a agricultura e jardinagem. «Instalámos os primeiros programadores do mercado, um programador arcaico e automatizar a rega foi algo de fabuloso há 20 anos», recordou Jorge Neto. «Foi a partir daí que começou a evolução e a surgir as outras empresas do grupo, derivadas da casa-mãe: J. Prior», acrescentou.
Inicialmente com poucas pessoas, a Prilux é atualmente uma das maiores unidades empregadoras da freguesia com 42 funcionários, o que permite uma maior expansão dentro e fora do país. «Nós vendemos e instalamos fora de Portugal, estando neste momento a atuar em países como França e Angola». Em Angola os vaguenses conseguiram também a criação da Angopri, uma empresa derivada da Prilux, com 36 empregados, e que funciona de forma autónoma. «Só em grandes projetos e que seja necessário um maior apoio técnico é que enviamos daqui». 

Evolução ao longo dos anos

O volume de negócios tem «crescido bastante», como afirmou Jorge Neto. «Temos sempre dois anos de crescimento e um de estagnação, e ao contrário do que possa parecer, este é um ano de forte crescimento». Como? «A agricultura tem crescido bastante e nos últimos 2/3 anos porque a filosofia dos portugueses mudou completamente», explicou. A agricultura, na opinião do sócio-gerente, poderá vir a atingir elevados níveis de exportação. «Temos um bom clima, bons solos, produzimos bem e não temos problema algum em colocar os nossos produtos lá fora. Agora é necessário que o associativismo entre os agricultores comece a ser feito», alertou. A aliar a estas vantagens, a agricultura de subsistência também começa a ter um papel de destaque nas famílias portuguesas que cada vez mais aproveitam um ou outro cantinho de terra para cultivar os seus alimentos.

Novos sistemas de rega, outros países e muitos anos de vida

No próximo ano, a Prilux pretende sair para o mercado com dois sistemas de rega diferentes do que existe atualmente, anunciou a’O PONTO. Mas as novidades passam ainda pelo espaço físico da empresa. Com projeto colocado é intenção da gerência arrancar com as obras das novas instalações, também na Ponte de Vagos, no início do ano. «Queremos partir para algumas áreas dentro da nossa mas diferente, e tentar criar mais algum emprego». Para além do mercado ibérico, França e Angola, na Prilux há a perspetiva de entrar no mercado de leste e em alguns países africanos, mas de forma gradual. Para Jorge Neto, estes vinte anos têm também outros atores responsáveis pelo sucesso. «O mérito tem a ver com as pessoas que connosco trabalham, algumas com 17 anos de casa. Penso que o mais importante é fazer com que sintam que a empresa é deles e quando eles precisarem da empresa ela estará cá. Com este espírito iremos conseguir chegar a muitos mais anos de vida», desejou.

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